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Critério que nos avalia diante de Deus

Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou. (Rm 8.37)

Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas. (Ef 2.10)

Temos demonstrado que ser vencedor nos termos de Deus é muito diferente da visão que o mundo tem de um vencedor. A principal diferença está nas condicionantes existências por meio das quais se configuram um vencedor nos termos de Deus. Ele pode tanto ser um bem sucedido empresário, como também um falido; pode ser um exemplar funcionário, como também um distinto anônimo dentro da empresa; pode ser um cidadão comum, como também alguém perseguido por causa de sua fé; pode ser um eminente ministro da palavra de Deus, como também um desconhecido pregador do evangelho.

Como estamos falando de extremos opostos, em qualquer variação entre um grupo e outro podemos encontrar um vencedor nos termos de Deus. Ele não se caracteriza por determinado estereótipo, mas por confiar absolutamente em Deus em todas as suas jornadas, razão porque é tão difícil discernir quem é vencedor nos termos de Deus, visto o Senhor olhar para o coração e disposição interior da pessoa, não como nós que medimos o vencedor por suas posses, posição social ou poder. Com isso quero dizer que você, amado leitor, pode ser um vencedor nos termos de Deus e não percebeu ainda por fazer uma leitura de si mesmo que não condiz com o que a palavra de Deus retrata de um vencedor. Como podemos então nos perceber como um vencedor nos termos de Deus? Consideremos primeiro as sábias palavras de Salomão:

Vi ainda debaixo do sol que não é dos ligeiros o prêmio, nem dos valentes, a vitória, nem tampouco dos sábios, o pão, nem ainda dos prudentes, a riqueza, nem dos inteligentes, o favor; porém tudo depende do tempo e do acaso. (Ec 9.11)

Comparemos estas palavras com o que Tiago diz no Novo Testamento:

Atendei, agora, vós que dizeis: Hoje ou amanhã, iremos para a cidade tal, e lá passaremos um ano, e negociaremos, e teremos lucros. Vós não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por instante e logo se dissipa. Em vez disso, devíeis dizer: Se o Senhor quiser, não só viveremos, como também faremos isto ou aquilo. Agora, entretanto, vos jactais das vossas arrogantes pretensões. Toda jactância semelhante a essa é maligna. (Tg 4.13-16)

Por estes textos podemos declarar que todo aquele que se jacta ser vencedor, por sua própria soberba se exclui dentre os vencedores nos termos de Deus. Pensar de si nos termos: eu posso, eu faço, eu aconteço, eu venço, como uma energia que procede de si mesmo, de sua determinação de vontade, de sua própria lavra, o exclui da possibilidade de ser um vencedor nos termos de Deus. Isto porque “Deus resiste aos soberbos, contudo, aos humildes concede a sua graça” (I Pd 5.5). Mesmo que as circunstâncias pareça indicar que estamos obtendo ganhos, prosperando, adquirindo posses por nossa aparente inteligência, na verdade tudo provêm de Deus, inclusive a capacidade e sabedoria que pensamos ter em nós. Desconhecer esta dependência divina é abrir a brecha que nos faz ser vencedores aos olhos do mundo, mas completamente distante do relacionamento íntimo com Deus por causa de nossa soberba. Ser reconhecidos diante dos homens sem ter o beneplácito divino é o mesmo que se apresentar como uma névoa, sabendo que logo será dissipada pelo vento. Você tem pesado sua vida à luz destas verdades?

pensador

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“Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor.” (Rm 6:23)

 

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