Editoriais 2008

Editorial: Busquemos o ouro

“Não tenho maior gozo do que este: o de ouvir que os meus filhos andam na verdade.” (III Jo 4)

Para o Brasil os jogos olímpicos de Pequim foram marcados pela decepção de só termos alcançado o vigésimo terceiro colocado no quadro de medalhas. Por outro lado as mulheres tiveram sua melhor participação em jogos olímpicos: duas medalhas de ouro, uma de prata e três de bronze. É interessante observar que a performance feminina se sobressaiu sobre os resultados decepcionantes do Brasil.

Não só nos jogos, mas em qualquer atividade humana estamos observando uns aos outros, refletindo como o indivíduo se comporta. Este senso de observação está incrustrado no DNA humano, cuja origem remonta ao propósito divino de fazer do homem à Sua imagem e semelhança.

Para se destacar numa atividade necessário se faz se equiparar ou suplantar dado padrão. Nos jogos olímpicos são os registros históricos. É o caso de Phelps, não só ganhou oito medalhas de ouro como também se tornou no maior atleta olímpico. Assim como ele superou os padrões históricos, todos somos instados a mostrar em nossas atitudes a lei divina inscrita em nosso coração (Rm 2:15). É por isso que o Senhor Jesus convocou-nos a sermos perfeitos como o é nosso Pai celestial (Mt 5:48).

Tal como um atleta olímpico, somos convocados a nos destacar não em feitos socio-econômicos, mas na expressão de nosso caráter. O nosso comportamento deve refletir nossa fé e estar coerente com a palavra de Deus. Quando assim procedemos estamos “andando na verdade”. Por esta expressão o apóstolo João quer expressar o crescimento e amadurecimento daqueles que receberam a Cristo Jesus como Senhor e Salvador. Um dia o fogo haverá de manifestar o caráter de nossa conduta, se ouro, prata ou pedras preciosas (I Co 3:12,13). Busquemos, pois, o ouro.

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