sex video xnxx porno brasil Porno porno hd porno filme
Comentários no Evangelho de João

Comentários em João 13.18-20

Jo 13.18

"Não falo a respeito de todos vós, pois eu conheço aqueles que escolhi; é, antes, para que se cumpra a Escritura: Aquele que come do meu pão levantou contra mim seu calcanhar." (Jo 13.18). Uma das maiores dificuldades das pessoas é tratar com complexidades. Por toda sua vida elas foram treinadas a pensar em termos do bem e do mal, do certo e do errado, do sim e do não. Este tipo de treinamento veio da proposta da serpente no Éden, quando disse a mulher que ela seria como Deus se tão somente dividisse o mundo em duas categorias e enquadrasse tudo nelas. Este tipo de raciocínio perdura até hoje no homem natural e, mesmo depois de sua conversão, continua vendo o mundo baseado nestas categorias. Assim, ele considera a igreja uma categoria, fora da igreja, o descrentes, outra categoria. Na igreja estão os salvos, fora os perdidos. Ocorre que a ceia do Senhor é um protótipo da igreja, pois nela estavam presentes Jesus e seus doze discípulos. No entanto Jesus declarou que nem todos estavam alinhados com ele, havia um que seria o traidor, que se levantaria contra Jesus para o vender como se escravo fosse. Do mesmo modo, dentro das igrejas atuais há um povo apostatado da fé, sem conexão com Deus, ajuntado com a igreja por motivos que não condizem com aquilo que a igreja é. Paulo, fazendo menção de lideranças deste tipo, os chamou de lobos vorazes, que falam coisas pervertidas, atraindo discípulos após eles (At 20.29,30). Jesus em uma parábola os considerou joio no meio do trigo. Somente a visão romanceada de igreja permite enxergar uma congregação inteira como todos alinhados na mesma fé. O que o Senhor está a mostrar nesta ceia é uma lição que se repete em todas as ceias de todas as eras, quando Paulo instrui: "pois quem come e bebe sem discernir o corpo, come e bebe juízo para si" (I Co 11.29). Paulo explicou este comer indigno como produto da incapacidade de discernir o corpo de Cristo (I Co 11.28). Nesta ceia Jesus exortou seus discípulos aprenderem a discernir.

Jo 13.19

"Desde já vos digo, antes que aconteça, para que, quando acontecer, creiais que Eu Sou." (Jo 13.19). Mais algumas horas e o evento predito por Jesus se realizou. Ele foi vendido por 30 moedas de prata e entregue aos religiosos para ser preso, depois crucificado, vindo a ressuscitar ao terceiro dia. Foi essa sequência de evento que levaria os discípulos a entenderem que Jesus Cristo é o Eu Sou. Paulo fez menção a esta mesma verdade explicitada por Jesus: "e foi designado Filho de Deus com poder, segundo o espírito de santidade pela ressurreição dos mortos, a saber, Jesus Cristo, nosso Senhor," (Rm 1.4). A ressurreição de Jesus foi o grande divisor de águas da humanidade. Este evento jamais tinha ocorrido antes, de alguém ressuscitar e ser elevado aos céus como Jesus o foi. Sua elevação representou a constatação que Jesus é o Eu Sou como podemos ler: "Ele, que é o resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser, sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, depois de ter feito a purificação dos pecados, assentou-se à direita da Majestade, nas alturas," (Hb 1.3). Jesus, para vir à terra e assumir seu lugar na cruz esvaziou de sua divindade. Conforme predito pelo profeta, enquanto homem Jesus não tinha beleza alguma. Até hoje muitos o desprezam solenemente, fazem até mesmo escarnio dele. Judas o traiu, mesmo convivendo com Ele por três anos e meio. No entanto logo em seguida aquela ceia Jesus orou ao Pai para ter de volta a glória que tinha aberto mão depois de concluída sua obra. E foi o que ocorreu, razão porque Jesus, depois de ter feito a purificação pelos pecados na cruz, assentou-se a direita da Majestade, no trono, evidenciando que sua glória foi-lhe dada novamente. Por toda esta sequência de evento Jesus se revelou sendo o Eu Sou, o mesmo Deus que se apresentou a Moisés, libertando o povo do Egito, instituindo a Páscoa do Senhor, figura do Cordeiro morto na cruz.

Jo 13.20

"Em verdade, em verdade vos digo: quem recebe aquele que eu enviar, a mim me recebe; e quem me recebe recebe aquele que me enviou." (Jo 13.20). Na noite da ceia Jesus preparou seus discípulos para sua morte e ressurreição. Jesus tinha consciência que voltaria para o Pai celestial, sendo-lhe restituída a glória que deixara ao se fazer Homem. Seus discípulos estavam sendo preparados para testemunhar este momento e levar este testemunho para todos os povos. O ponto focal da mensagem era esta: Jesus ressuscitou e assentou-se a destra de Deus, o Pai celestial. Conseguir compreender tudo que estava acontecendo naquele instante e transmitir a mensagem deixada por Jesus exige, na verdade, o conhecimento de toda as escrituras. O ponto de partida foi antes da ceia, quando Jesus fez menção do grão de trigo morrer para dar vida. Ali ele fez menção de sua morte na cruz. Depois veio os a ceia em data comemorativa da Páscoa. A associação era evidente: Jesus é o Cordeiro pascal, assim como o sangue do cordeiro morto livrou Israel da morte, o mesmo faria Jesus com seu sangue derramado na cruz. O lavar os és dos discípulos apontam a relação existente no tabernáculo de Moisés entre o altar de cobre, onde o cordeiro era sacrificado e a tenda da revelação, onde estavam o candelabro, a mesa com os pães, o altar de ouro e a arca da aliança. Portanto Jesus estava fazendo menção dos eventos após a morte do cordeiro, logo apontando sua ressurreição. Ao mencionar que estava enviando seus discípulo na mesma autoridade com que Ele próprio foi enviado, Jesus estava se referindo ao derramamento do Espírito Santo no Pentecostes, quando seus discípulos seriam revestidos do mesmo poder que Ele teve para ministrar a palavra de Deus. Ao fazer referência da aceitabilidade da mensagem Jesus estava demonstrando que a obra feita pelos discípulos se multiplicaria por todas as eras, no tempo chamado dispensação da graça. O resultado de tudo que Jesus disse foi o Novo Testamento.

Leave a Comment