sex video xnxx porno brasil Porno porno hd porno filme
Comentários no Evangelho de João

Comentários em João 13.23,24

Jo 13.23

"Ora, ali estava conchegado a Jesus um dos seus discípulos, aquele a quem ele amava;" (Jo 13.23). Jesus escolheu para si doze discípulos. Passou a noite orando ao Pai antes de os selecionar. Dentre seus discípulos havia homens das mais diferentes índoles. Uns eram mais achegados ao Senhor, outros menos; uns mais formais, outros se intrometiam na intimidade do Senhor. Dentre os mais íntimos estavam Pedro, Tiago e João. Estes foram chamados para testemunhar a transfiguração de Jesus, sendo este evento relatado tanto por Pedro em sua carta, quanto por João em seu evangelho. Eles frisaram que testemunharam da majestade de Jesus. É importante compreender a importância desta transfiguração. É como se Jesus dissesse que, se o plano divino fosse alterado, Ele poderia voltar para o céu mesmo sem a cruz, porquanto nasceu Santo e permanecia Santo em todo seu ministério terreno. Dos três que presenciaram esta cena, João era o mais íntimo dos íntimos de Jesus. Ele se denominava o discípulos a quem Jesus amava. Na ceia João estava com sua cabeça reclinada nos ombros de Jesus. João, por conta desta proximidade, foi reconhecido como o apóstolo do amor. A pergunta que se faz é esta: – Por que João teve este nível de intimidade com Jesus, diferente dos demais apóstolos? A resposta é simples: porque João tomou iniciativa de se aproximar de Jesus mais do que os outros. Jesus tratou deste assunto em João 15, quando fez menção da Videira Verdadeira e sobre o permanecer nEle, como também as palavras dEle permanecer no discípulo. O ato de permanecer reporta ao nível de intimidade que o crente pretende ter do Senhor. Ele pode ser como Pedro, que para saber mais de Jesus tem de socorrer-se de João, ou o discípulo pode ser como João, ir diretamente a fonte, que é Jesus, e perguntar a Ele. Jesus está aberto para o nível de relacionamento que desejamos estabelecer com Ele. Somos nós que limitamos esta proximidade, não o Senhor.

Jo 13.24

"a esse fez Simão Pedro sinal, dizendo-lhe: Pergunta a quem ele se refere." (Jo 13.24). Os discípulos estavam surpresos em ter entre eles um traidor. Um murmurinho correu entre eles: – Quem poderia ser? Pedro se voltou para João, por sua proximidade com Jesus, e pediu para ele perguntar quem seria este. A primeira coisa a observar nesta cena é como a desconfiança generalizada se reflete em um grupo de pessoas muito rapidamente. Mesmo convivendo três anos e meio entre eles como discípulos de Jesus, esta pergunta demonstra que não se conheciam com profundidade. O ponto unificador daquele grupo era Jesus. Eles ouviam tudo quanto o Senhor lhes dizia, meditava a respeito, discutindo entre eles sobre as aplicações da palavra de Jesus. Mas quando tocava no relacionamento interpessoal, deixava a desejar. Este tipo de atitude é muito comum em um pequeno grupo. Eles podem passar as 52 semanas do ano falando sobre Cristo e, contudo, permanecerem completamente desconhecidos uns para com os outros. Para mudar este quadro é preciso, primeiro, que o relacionamento seja de coração para coração, sem que as partes façam juízos de valor sobre a atitude dos demais. Depois é preciso estabelecer clima de confiança que a exposição de fatos pessoais ficará restrito ao grupo. Outra razão para questionarem quem seria o traidor diz respeito a forma como o pecado afeta o indivíduo. Todos nós, se examinarmos detidamente nosso comportamento haveremos de encontrar falhas de caráter no trato com as pessoas e conosco mesmo. Diante de Jesus as coisas que fazemos vêm a tona e nos sentimos expostos. Foi o caso daqueles homens diante da mulher adultera. Quando Jesus disse que a pedra poderia ser lançada por quem não tinha pecado, todos se retiraram desde o mais velho até o mais novo. Pedro, por exemplo, pode ter pedido a João perguntar com medo dele próprio ser candidato a traidor, visto conhecer suas fraquezas. Tanto é que naquela mesma noite Pedro negou Jesus três vezes.

Leave a Comment