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Comentários no Evangelho de João

Comentários em João 13.28,29

Jo 13.28

"Nenhum, porém, dos que estavam à mesa percebeu a que fim lhe dissera isto." (Jo 13.28). É preciso ressaltar que os discípulos estavam reunidos com o Senhor comemorando a Páscoa. Jesus aproveitou aquela ocasião para instituir a ceia do Senhor. Existe uma correlação entre a Páscoa de Israel e a ceia do Senhor na igreja. O ponto de convergência entre ambas as cerimônias é a figura do cordeiro. A ceia do Senhor criada nesta ocasião passou a se repetir mensalmente em todas as eras, desde aquele dia. Isto significa que o grupo de pessoas reunidas com Jesus é um retrato da igreja em todas as eras. A igreja local, conforme retratado por Jesus em uma de suas parábolas, é formada pelo trigo (os 11 discípulos) e pelo joio (Judas, o traidor). O problema está no fato da pessoa conseguir esconder de todos sua verdadeira natureza. Jesus sabia que Judas o trairia, mas nenhum de seus discípulos perceberam isso senão na hora que Judas chegou com o exército para prender Jesus. Talvez diante deste fato João, em sua epístola, escreveu: "Filhinhos, já é a última hora; e, como ouvistes que vem o anticristo, também, agora, muitos anticristos têm surgido; pelo que conhecemos que é a última hora. Eles saíram de nosso meio; entretanto, não eram dos nossos; porque, se tivessem sido dos nossos, teriam permanecido conosco; todavia, eles se foram para que ficasse manifesto que nenhum deles é dos nossos." (I Jo 2.18,19). O que João escreve é muito grave. Imagine a cena: você está congregando em uma igreja local. Alguém, membro desta igreja deixa de congregar na sua e em qualquer outra igreja. Há uma grande probabilidade desta pessoa ter saído pela razão elencada por João, era um anticristo. Sendo assim ele congregou em uma igreja, no entanto sua verdadeira identidade só foi conhecida quando ele saiu dela. Enquanto estava no meio era visto como irmão, assim como todos os demais. Portanto é perfeitamente possível uma pessoa se passar por cristão sem nunca ter sido.

Jo 13.29

"Pois, como Judas era quem trazia a bolsa, pensaram alguns que Jesus lhe dissera: Compra o que precisamos para a festa ou lhe ordenara que desse alguma coisa aos pobres." (Jo 13.29). Os discípulos não desconfiaram que Judas pudesse ser o traidor. Alguém pode pensar que eles eram ingênuos, não perceberam a índole de Judas. Quando viram Judas se retirar do cenáculo, eles pensaram que Judas estava cumprindo alguma missão dada pelo Senhor, visto ser ele o tesoureiro dentre os discípulos. A pergunta que precisa ser feita é esta: – Será que os discípulos precisavam fazer juízo de valor uns sobre os outros para verificar se alguém poderia estar tramando algo contra o grupo? Um dos dons concedido por Deus é o de discernimento de espíritos (I Co 12.10). Por este dom é possível perceber influências espirituais sobre uma pessoa ou dado grupo de indivíduos. Por exemplo, quando o profeta Micaías foi chamado para falar com os reis de Judá e Israel, ele discerniu um espírito de mentira na boca de todos os profetas daquele lugar (I Rs 22.23).Com isso fica demonstrado que os que estão na presença de Deus podem ser instruídos sobre o que está induzindo alguém a ação. E, diante do discernimento, estes podem adotar medidas adequadas. Por outro lado, se este tipo de discernimento espiritual não for concedido é possível agir sem precisar ficar pesando as motivações das pessoas. A tendência natural é a desconfiança mútua. Quando alguém diz algo, o outro fica pesando a palavra da pessoa para procurar entender a motivação dela. Todavia é possível se relacionar com as pessoas sem ficar pesando as motivações delas. Como se faz isso? Agindo com ela baseado na palavra que ela dá. São pequenos acordos em conformidade com o dito. Se a pessoa diz que vai fazer algo, enquanto não ficar comprovado que ela não fez, se espera que ela honre a palavra dada. Por isso é possível se relacionar com as pessoas tão somente baseado nas palavras dela. Era como os discípulos faziam entre eles.

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