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Os mortos em Cristo – Uma visão do outro lado

A grande questão que se nos apresenta é esta: o que acontece com os mortos em Cristo?

Até a vinda terrena de Jesus Cristo o que acontecia após a morte era um grande mistério no sentido de seu destino, não de sua condição. Jesus descortinou o mundo dos mortos no Antigo Testamento ao contar a parábola do Rico e de Lázaro.

O lugar dos mortos do Antigo Testamento

Nesta parábola vemos o destino dos mortos, tantos bons quanto maus. Disse Jesus:

Aconteceu morrer o mendigo e ser levado pelos anjos para o seio de Abraão; morreu também o rico e foi sepultado. No inferno, estando em tormentos, levantou os olhos e viu ao longe a Abraão e Lázaro no seu seio. (Lc 16.22,23)

No Antigo Testamento os mortos tinham dois lugares de destino: o seio de Abraão e o inferno. No primeiro iam todos os que creram no sacrifício do cordeiro no templo como meio para aproximar-se de Deus, no segundo todos os que não creram neste cordeiro, portanto nas promessas dada por Deus a Abraão.

A incomunicabilidade dos mortos com os vivos

Na conversa entre o rico, que estava no inferno, e Abraão, ele pediu intervenção dos mortos junto aos vivos. Abraão deu a única condição em que isso seria possível: alguém ressuscitar de entre os mortos (Lc 16.31). O único que passou por esta experiência recebendo corpo glorificado foi Jesus Cristo. E a forma como Jesus envia o alerta aos que estão vivos neste mundo é por meio de sua ordem do “ide” levando o evangelho a toda criatura.

A lição que temos neste ponto é que não há comunicação entre o mundo dos mortos com o dos vivos senão por meio do evangelho entregue por aquele que ressuscitou de entre os mortos com corpo glorificado: Jesus Cristo. Abraão, em conversa com o rico fez menção da Lei e dos profetas (Lc 16.29). À luz do Novo Testamento tanto a Lei como os profetas servem de aio para conduzir a pessoa a Cristo, ou seja, apontam para Jesus Cristo, para o Cordeiro de Deus, portanto para o evangelho. É nesta perspectiva que lemos Paulo confortando os cristãos preocupados com a condição dos mortos em Cristo:

Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança. Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus, trará, em sua companhia, os que dormem. (I Ts 4.13,14)

Para o nível mais elementar da percepção espiritual o último contato que aqueles crentes tiveram com seus mortos foi o enterro deles. Paulo capturou esta percepção e disse: – Olha, eles não estão mortos, se decompondo, antes estão dormindo aguardando a ressurreição. Ao instruir os cristãos deste modo ele estava asseverando a eles a completa impossibilidade de comunicação entre os mortos e os vivos, a exemplo do que Jesus havia exposto na parábola do Rico e de Lázaro.

A consciência dos mortos no estado que se encontram

Uma segunda lição importante desta parábola é que há plena consciência entre os que estão nesta dimensão pós morte, porquanto o Rico via Lázaro, como Abraão e tinha plena condição de conversar entre eles, pois havia um abismo intransponíveis entre estes dois mundos (Lc 16.26). Portanto não há como transitar entre estas duas esferas.

Jesus tratou deste estado de consciência dos mortos quando foi questionado pelos fariseus acerca da ressurreição. Eles queriam saber se uma mulher se casasse sucessivamente com sete homens, ficando viúva de cada um deles, com quem ela ficaria na eternidade. Jesus enfatizou dois aspectos importantes acerca desta questão:

Porque, na ressurreição, nem casam, nem se dão em casamento; são, porém, como os anjos no céu. E, quanto à ressurreição dos mortos, não tendes lido o que Deus vos declarou: Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó? Ele não é Deus de mortos, e sim de vivos. (Mt 22.30-32)

Jesus fez o comparativo entre os ressurretos e os anjos. Neste caso não haverá entre estes santos o casamento, porquanto dentre eles, a igreja, esta será a esposa do Cordeiro e, quanto a Israel, eles são conhecidos como a esposa do Criador. Portanto não há por que falar em casar-se entre si pois todos estão casados, por assim dizer, com Deus.

A segunda questão que Jesus colocou é que os mortos estão mortos para a dimensão deste mundo, mas em relação a Deus, eles estão vivos, pois Deus vive e eles estão dentro desta dimensão divina. Jesus, por exemplo, encontrou-se com Moisés e Elias. Moisés foi morto e Elias arrebatado, ambos estavam em espírito diante de Deus, ainda que, olhando para eles quando se apresentaram a Jesus, tivesse uma dimensão corpórea, como tinham também os anjos que desciam na terra em missão, como foi o caso dos três anjos, sendo um deles o próprio Jesus Cristo, que visitou Abraão. Leia a conversa de Moisés e Elias com Jesus:

Eis que dois varões falavam com ele: Moisés e Elias, os quais apareceram em glória e falavam da sua partida, que ele estava para cumprir em Jerusalém. (Lc 9.30,31)

O fato do teor da conversa entre Jesus, Moisés e Elias ter sido revelada mostra qual é o interesse e a perspectiva dos mortos que estão em Cristo. Eles observam este mundo tendo por pano de fundo a cruz de Cristo. Aqui cabe uma observação importante. Os anjos, que são seres espirituais incorpóreos, dos quais Jesus exemplificou que os ressurretos estão na mesma dimensão deles, estes anjos também têm interesse na cruz de Cristo. Eles queriam, inclusive, pregar o evangelho, mas lhes foi impedido:

A eles foi revelado que, não para si mesmos, mas para vós outros, ministravam as coisas que, agora, vos foram anunciadas por aqueles que, pelo Espírito Santo enviado do céu, vos pregaram o evangelho, coisas essas que anjos anelam perscrutar. (I Pd 1.12)

Assim, os mortos estão em plena consciência diante de Deus e têm como pauta de conversa entre eles a cruz de Cristo, como também os anjos.

O lugar dos mortos do Novo Testamento

Na morte de Jesus Cristo Ele desceu a este mundo dos mortos. Voltando ao ponto inicial, o lugar onde ficavam os santos era o seio de Abraão. Na sua morte Jesus desceu até este lugar e retirou todos os que estavam ali para levar junto com Ele ao primeiro céu:

Por isso, diz: Quando ele subiu às alturas, levou cativo o cativeiro e concedeu dons aos homens. Ora, que quer dizer subiu, senão que também havia descido até às regiões inferiores da terra? Aquele que desceu é também o mesmo que subiu acima de todos os céus, para encher todas as coisas. (Ef 4.8-10)

Assim, o seio de Abraão foi um lugar intermediário, onde estavam os mortos do Antigo Testamento, para depois serem transportados ao lugar onde ficaram esperando a ressurreição dos mortos e arrebatamento da igreja, quando todos recebem corpos glorificados. Esta foi a dimensão da palavra dada por Jesus na cruz ao dizer a ele que, ainda naquele dia estaria com Jesus no paraíso (Lc 23.43).

O acompanhamento dos mortos quanto ao mundo dos vivos

Os mortos em Cristo estão conscientes de sua condição espiritual, estão no paraíso com Deus, têm por tema de conversa a cruz de Cristo. Daí vem a questão, como eles observam o mundo dos vivos? O autor aos Hebreus dá um vislumbre deste ponto de observação que eles possuem:

Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta, (Hb 12.1)

A ideia primaria do texto é uma referência a lista de heróis da fé citado no capítulo 11 de aos Hebreus. Eles deixaram o seu testemunho registrado nas escrituras e temos da parte deles suas histórias para fortalecer nossa fé e nos motivar a perseverar nos caminhos do Senhor. Por outro lado, também tem a ideia de que eles nos acompanham em nossa peregrinação como testemunhas que observam nosso comportamento e esperam respostas nossas as circunstâncias como eles mesmo deram quando estiveram entre nós. E como eles são capazes de ver o que se passa na terra se não há contato entre os vivos e os mortos? Leia com atenção:

Há diante do trono um como que mar de vidro, semelhante ao cristal, e também, no meio do trono e à volta do trono, quatro seres viventes cheios de olhos por diante e por detrás. (Ap 4.6)

No capítulo 4 do Apocalipse é mostrado o trono de Deus armado nos céus. Debaixo deste trono há um mar como que de vidro. Este mar é como uma janela entre a dimensão natural e espiritual. Mar, na Bíblia, tem ideia de povos, raças, línguas e nações. Este mar está como que congelado diante de Deus porque Deus vê a humanidade em uma única dimensão: passado, presente e futuro, portanto, é como se tudo tivesse parado, congelado diante de Deus. Este mar como que de vidro também foi visto pelo profeta Ezequiel como um lugar que se localiza abaixo do trono móvel de Deus:

Sobre a cabeça dos seres viventes havia algo semelhante ao firmamento, como cristal brilhante que metia medo, estendido por sobre a sua cabeça. Por debaixo do firmamento, estavam estendidas as suas asas, a de um em direção à de outro; cada um tinha outras duas asas com que cobria o corpo de um e de outro lado. (Ez 1.22,23)

O mar como que de vidro nesta visão é descrito como firmamento que fica por debaixo da estrutura relatada por Ezequiel. Há de se observar que tudo que ocorre na terra já está registrado tanto no Livro da Vida do Cordeiro, quanto no Livro das Obras, como também tudo é anotado por anjos que possuem esta incumbência, provável, para dois haver comparação entre o que foi vivenciado pelas pessoas e o que já estava registrado nos livros de Deus:

Não consintas que a tua boca te faça culpado, nem digas diante do mensageiro de Deus que foi inadvertência; por que razão se iraria Deus por causa da tua palavra, a ponto de destruir as obras das tuas mãos? (Ec 5.6)

Este mensageiro de Deus são anjos que anotam o que acontece conosco. Observe que quando Satanás se apresentou diante de Deus, o Senhor questionou o que se passava com Jó e quando Micaías explicou que todos os profetas falavam mentira, ele disse ter visto em visão os anjos se reunirem diante do conselho de Deus e o Senhor perguntar como os profetas na terra seriam enganados, se propondo um deles a ser um espírito de mentira na boca de cada um dos profetas. Ademais em Apocalipse 12 Satanás é visto como nosso acusador que dia e noite nos acusa diante de Deus. Como os santos em Cristo que morreram estão diante do trono, eles também observam todos estes eventos à partir do trono de Deus.

A única garantia que temos da parte de Jesus é da total incomunicabilidade dos mortos com os vivos. Se alguém do mundo espiritual pode interferir, estes são os anjos, sendo chamados de espíritos ministradores a favor dos que hão de herdar a salvação.

Uma última questão: Lázaro estava preocupado com o tipo de vida que seus irmãos estavam vivendo na terra. A resposta dele é a nossa por todas as eras: temos a Lei, os profetas e, agora, o evangelho. É com ele que podemos sermos tratados por Deus. Quanto aos mortos nos observar, antes dele temos o próprio Deus:

E não há criatura que não seja manifesta na sua presença; pelo contrário, todas as coisas estão descobertas e patentes aos olhos daquele a quem temos de prestar contas. (Hb 4.13)

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